Opinião – Estocolmo

opinião

Estocolmo é uma série policial que fez parte dos meus vícios na Netflix.

Assista ao trailer.

 

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Opinião – El Marginal

opinião

marginal

 

No serviço de streaming Netflix está disponível a série El Marginal.

Uma série viciante, com violência devidamente contextualizada e a evidência dos podres do sistema criminal e quadrilhas.

Imperdível!

 

 

Madre Paula

artigo, literatura

Madre Paula é a nova série da RTP1, baseada no romance de Patrícia Muller.

 

 

Para o mundo ela era apenas uma freira. Mas para El Rei ela era uma rainha.

Lisboa, início do século XVIII da Graça de El Rei D. João V. Paula, a filha pobre de um ourives, deixa a azáfama das ruas de Lisboa para ingressar no Mosteiro de São Dinis, em Odivelas. Não é Deus quem a chama, mas sim a necessidade de um pai que já não a pode sustentar. Quis o destino, porém, que aquela rapariga de pé descalço se viesse a tornar na mais conhecida freira da nossa história. E numa das mulheres mais poderosas de um reino que vivia no extravagante esplendor pago com os escravos de África, com o ouro do Brasil…
Madre Paula é a história desse amor proibido, entre o Rei-Sol português, D. João V, e a famigerada freira de Odivelas. Um amor intenso, maior que tudo, que levou o rei a ignorar o bom senso e a tomar a freira como amante, confidente e conselheira.
D. João V sempre teve uma predileção por mulheres bonitas, mas Paula foi o seu grande amor. Permaneceram juntos, secretamente, mais de uma década, e chegaram a ter um filho. A história entre um dos homens mais poderosos do mundo e a plebeia que a Deus traiu inscreve-se na categoria de mito, mas é bem real, nas páginas do romance de estreia de Patrícia Müller. Juntos enfrentaram intrigas palacianas, a ameaça do castigo divino, o ciúme e os jogos de poder. E a quase tudo resistiram – pois durante uma década, para D. João V, Madre Paula foi a sua única e verdadeira rainha.

Fonte Leyaonline

 

Assista ao trailler.

 

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Opinião: Please Like Me

artigo, escrita, opinião

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   Please Like Me (2013-2016) é uma série australiana, atualmente disponível na Netflix Portugal.

Trata-se de uma comédia irreverente, em 4 temporadas, onde o humor mistura-se com o drama. Nela, a homossexualidade e a deficiência mental, quantas vezes por nós abnegada, são mostradas com naturalidade, assim como as relações humanas frágeis.

Em cada episódio, um genérico diferente. O 1.º episódio agarra-nos do princípio ao fim e ao longo das temporadas, deparamo-nos com vários momentos durante os quais entramos na dualidade de querer rir e… chorar. Todos os episódios têm cerca de 25 minutos e as personagens são deveras envolventes.

Pessoalmente, não gostei muito da 2.ª temporada. Talvez pela minha falta de humor de então. Um momento a recordar, aqui.

Já agora, Please, Like Me.

#netflixportugal

#séries

 

Opinião sobre a série “História de um Clã”

7.ª arte, opinião, reflexão

   A sociedade está repleta de psicopatas. Na sua maioria, esta patologia não foi diagnosticada ou nem é acompanhados pelas diferentes instâncias sociais e de saúde.

      Em “História de um Clã” (El Clan, 2015), filme que se tornou série da Netflix dirigida por Luis Ortega, são dados contributos para a compreensão desta perturbação da personalidade e do comportamento. Como ponto de partida, a história da família Puccio que atormentou Buenos Aires na década de 80.

“Arquímedes (Guillermo Francella) é o patriarca da família Puccio, um homem singular que varre a calçada todos os dias e cumprimenta simpaticamente os vizinhos de San Isidro, nos arredores de Buenos Aires. O filho mais velho, Alejandro (Peter Lanzani) é um popular jogador de râguebi. A família conta ainda com outro rapaz, que no decorrer da ação revela-se muito similar ao pai, apreciando toda a dinâmica associada aos raptos e mortes, e duas meninas; sempre unidos e fazendo as suas orações antes de cada refeição.

O que a sociedade de Buenos Aires de então não imaginava é que, durante anos, o sotão da residência dos Puccio estave constantemente ocupado. Arquímedes valeu-se da experiência como ex-agente da ditadura para chefiar esquema de sequestro de familiares de empresários.

O filho primogénito foi obrigado pelo pai a participar dos sequestros, entre eles o de um amigo do clube de râguebi. Alexandre vê-se em crise, contrariado e profundamente angustiado pelas pressões de um pai absolutamente manipulador e maquiavélico.

Embora fingissem uma vida normal e de desconhecimento do que estava a acontecer, a família ouvia os gritos das pessoas sequestradas e torturadas por Arquímedes e seus cúmplices. Estas pessoas acabavam mortas, mesmo após o pagamento do resgate pelos familiares”

Extraído e adaptado por Paulo Vasco de Wikipedia, às 24h de 30/03/17

Assista a uma síntese dos atos praticados aqui. e/ou aqui

      Esta série conta com interpretações muito boas, um bom argumento e reconstituição histórica. Boa banda sonora, ainda que nem sempre, nos que aos temas em inglês diz respeito, devidamente contextualizada nos anos 80. Possibilita a reflexão e discussão acerca de temáticas atuais. Em alguns aspetos românticos ou humorísticos, remeteu-me para “Como Água para Chocolate“.

Opinião: Série “3 Por Cento”

artigo, escrita, opinião

O Mundo de Lá 

O Processo ainda não está concluído!

 

Este é um artigo de opinião alusivo à série 3% da Netflix, lançada em novembro e realizada no Brasil. Como principais intérpretes encontramos Bianca Comparato, João Miguel, Michel Gomes e Rodolfo Valente. A primeira temporada tem 8 episódios, estando já prevista a segunda. Relativamente ao género, este é o de ficção científica.

3-por-cento-netflix

3%

      No Brasil, depois do Apocalipse, numa região denominada Continente, a falta de tudo leva os jovens, quando concretizam 20 anos a procurar a mudança para o mundo de lá. Este chama-se Maralto, mas nem todos conseguem passar no “processo”. Os candidatos deparam-se com severas provas físicas e psíquicas, sendo avaliados por elementos do Processo.

      Considerei o 1.º episódio aborrecido. O meu interesse começou quando faltavam cerca de 20 minutos para este acabar, mantendo-se até ao fim da temporada. Até ao 8.º episódio não consegui deixar de dissociar a série da religião: Maralto correspondia ao Paraíso, o Processo aos nossos sacrifícios e o chefe do processo,  a um deus. Contudo, no 8.º episódio um ato deletou esta minha opinião…

      No decorrer das provas do Processo, somos chamados a refletir. Se estivéssemos fechados dentro de uma casa, ao estilo Big Brother, mas completamente trancados e com a comida racionada, dada em função do desempenho do grupo, qual seria o nosso comportamento? Daqui pode advir o que há de pior no humano? Outra questão, colocada ou que me surgiu foi, “as crianças são de todos nós ou só dos pais?”

      Para quem gosta de refletir, esta é a série ideal. Bem realizada e com boas interpretações. O guarda roupa é relativamente pobre (mas isso importa?) e os atores, na sua maioria, pouco conhecidos, mas com elevado desempenho. Para ver de uma vez só ou dividida em dois a três dias.

      A experimentar.

      Há quem tenha gostado muito e ficado fã, como eu! Confira o trailer.

 

A Série “Club de Cuervos”

artigo, opinião

   Numa noite de insónia, acompanhado pela gripe que insiste em resistir ao tratamento, rendi-me a uma série não americana no Netflix. Trata-se de uma série Mexicana, falada em espanhol mas que nada tem a ver com o comum made in USA. De uma só vez,  vi os 13 episódios da 1.ª temporada de Club de Cuervos; uma comédia dramática criada e dirigida por Gaz Alazraki e Mike Lam.

   A história remete-nos para o conflito entre um casal de irmãos, após a morte do pai, pela presidência do clube futebol da sua pequena cidade, Los Cuervos de Nuevo Toledo. Nesta disputa, Chava sai vitorioso, conquistando a presidência do clube. Porém os métodos utilizados nem sempre foram os mais corretos para com a irmã, Isabel. Esta, tudo fará para alcançar a presidência do clube, inclusive terminar com a reputação de seu irmão, Chava. Qual é o vilão? Na minha opinião, ambos acabam por assumir os papéis de vítimas e vilões: é o mundo do futebol, das drogas, do sexo, do dinheiro, da mentira e da farsa. Mas é também o mundo real, com a inveja e a falta de palavra, a dificuldade em assumir uma causa, a dois. O que acontece quando, subitamente, a pessoas normais, como nós, é demasiado poder e dinheiro? Procure a resposta nesta série.

 

 

Com um enredo mais intenso recordei a excelente série Footballers Wifes.

Club de Cuervos

Nip Tuck–a sexta temporada

7.ª arte

Ontem, na Fox Life teve início a 6ª temporada de uma das minhas séries preferidas: Nip Tuck!

Fria, intensa, diferente, sensual e crua são atributos das temporadas até agora transmitidas. Na Fox Life dizem que esta é a última mas, no YouTube é possível encontrar a 7ª temporada.

Somos comandados pelo desejo?

Somos fruto do desejo?

O que é proibido na procura da perfeição exterior e do prazer?

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