A Solidão dos Avós

diário, reflexão

 

      Neste artigo apresento-vos uma animação que retrata a dura e  crescente realidade dos nossos dias, a solidão dos avós. Obviamente, não apenas a solidão destes, mas também a da generalidade dos mais velhos e a dos mais novos, uma vez que esta dimensão tem vindo a assombrar diferentes níveis etários, em função das fragilidades decorrentes. Com o decorrer dos tempos, temos erguido paredões emocionais, egocentristas e de nula compaixão. Como tal, questiono a eventual evolução, a diferentes níveis e contextos, de que tanto se fala.

   Como é óbvio, não somos perfeitos, é certo, mas tal não invalida o pensamento, procesos dialéticos, a tomada de medidas inteligentes,…  O que nos impede de refletir acerca do futuro? O que nos impede de projetarmo-nos no outro? O que é que nos engrandece quando nos regozijamos perante a dor alheia?

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5 thoughts on “A Solidão dos Avós

    1. Que bom, Mariel. Mas tu és alguém com muita Luz. Por outro lado, a filosofia de vida do povo brasileiro parece-me ajudar a diminuir este problema comparativamente com a dos Portugueses. Aqui, nem a luz nem o mar, impede que a solidão atinja os mais novos. Aumentam as depressões paralelamente aos super egos.

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