As Bruxas do Império Novo I

literatura

Tenho que te escrever. Na cólera que me atravessa, nada se me ambiciona. O pensamento num turbilhão de sentimentos anis, turvos, revoltos e salgados, quase intragáveis. E a raiva que não me sai dos olhos. A injustiça que miro e que decorre deste viver que já nos penaliza tanto e que eu não me conformo, não me conformo… O algo verdadeiro que não consigo sentir, e tudo o mais não sei… nada sei. O que sei é que tudo poderia ser diferente, para talvez sorrir com alma, porque afinal de contas, sem alma o sorriso não brilha.

As Bruxas do Império Novo, Francisco Grácio Gonçalves

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