Ser Gay: sobre a dor e sobre a culpa por Isabel Feio

artigo da imprensa

Um artigo de Isabel Feio, em MariaCapaz, datado de 7 de março deste ano, partindo da carta anónima de um jovem que se abriu, sem de si se conseguir libertar.

Luke Brossette | Nir Slakman | Raftopoulos Argiris

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10 comentários sobre “Ser Gay: sobre a dor e sobre a culpa por Isabel Feio

  1. Sabes Paulo, li em diagonal o artigo e sinceramente, só li até meio porque fiquei sem perceber, o porquê do anonimato, o porque da vergonha… talvez amanhã leia tudo. Sendo que algo não vai mudar nunca: independente de quem amas, serás sempre a mesma pessoa 🙂
    bjinhos

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    1. Compreendo o jovem, Helena. Na verdade, não me parece que seja jovem mas adulto. Acho preocupante as referências que faz as práticas que o próprio diz masculinas e religiosas. Ou seja, o preconceito começa nele. Afinal, o que é o “certo”, o correto, o ético? Mesmo assim, entendo. São interessantes as alterações que à carta lhe são propostas. Se acredito em tanta “pureza”, não! Da mesma forma que as palavras iniciais não evidenciam com clareza a realidade de quem sentiu o abismo de quem se sentiu perdido, receando estar perdido num mundo de diferentes (entre iguais), como já tive, perante mim, enquanto DT, prof. de ed. especial ou apenas prof. de cn.
      Bons sonhos.
      Bjs

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  2. Li a carta, as alterações à mesma e os comentários ao artigo.
    Acho que o anónimo precisa de ajuda, urgente, para se aceitar. Para acabar com a luta na sua cabeça e para acabar com os seus preconceitos. Já atendi um jovem, equanto voluntária num Centro de Atendimento a Jovens (no Porto) de 18 anos que travava essa luta interior. Porque deixar os preconceitos com que muitos foram educados, isto para qualquer pessoa, é ter uma pequena luta dentro de si, mas essa luta transforma-se numa batalha quando não aceitamos a nossa diferença, quando não temos amor-próprio e quando a baixa auto-estima nos persegue. Não é fácil mesmo para quem não tem acrescido o facto de ter, no meio disto tudo, de aceitar a sua orientação sexual.

    Tenho esperança de um mundo em que a cor, a nossa forma de ser, a diferença seja como o arco-íris que da cor ao céu e é visto por todos com um sorriso.

    #ps- tenho tido o PC ocupado pelo tipo que entrou de férias e estava em abstinência, mal me dê um espaço e eu tenha tempo, trato da minha permanência nas músicas ;). Mas talvez vá precisar da tua ajuda já que sou uma desgraça informática….

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    1. Lina,
      O quanto eu gostava de acreditar nesse mundo, nesse amanhã.
      Tiveram os aparelhos ortodônticos e os óculos de se modernizar para que quem realmente os tem de usar, deixasse de ser gozado e humilhado. Mas o teu sonho fez-me voar até Imagine que publicarei em Sussurros da Alma.
      Quanto às tuas palavras e análise concordo em absoluto. Adoraria fazer parte desse tipo de voluntariado. Nem sei se em Viseu existe. É tão boa a sensação de conseguirmos ajudar alguém!

      #ps – nós esperamos por ti e com toda a paciência.

      Bjs

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  3. Os gays têm que obrigatoriamente gostar de cor-de-rosa? As pessoas imaginam um determinado estereótipo de gay que não corresponde à realidade. Afinal, os heteros são todos iguais? Claro que não. A ignorância é sempre má conselheira nestas coisas. Já é difícil uma pessoa aceitar-se tal como é. Se, incluído no aceitar-se tal como é, estiver aceitar-se também como gay, meu amigo, é penoso, vai contra tudo o que nos foi ensinado, vai contra as “regras” que vigoram no socialmente correcto. E tudo isto resume-se ao medo de ser rejeitado pelos outros, mas começa na auto-rejeição.

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      1. Olá Paulo. O “r” neste caso dobra com o AO. Transcrevo “Quando existe um prefixo (ou falso prefixo) terminado em vogal e elemento seguinte começado por r ou s, consoantes que, obviamente duplicam”.
        Tenho um guia de consulta rápida. Queres um?
        Tenho mais dois ou três. 🙂

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