Narciso e Eco: o início ou o princípio do fim?

escrita, fotografia
 

Narciso e Eco

Fotografia de João Tavares de 15/08/11 – “Narciso e Eco” (direitos reservados ao autor)
Um dia, todos nós deixaremos de ser detentores do pouco poder que temos, da vaidade, egoísmo e egocentrismo e tantos outros defeitos/ virtudes. Dinheiro, beleza, sabedoria e estatuto social de nada servirão. Isto porque, talvez as linhas do nosso destino estejam já  traçadas desde o nosso nascimento. Então, independentemente do rascunho que se possa ler, nenhum de nós está imune à dependência de toda e qualquer caridade/ bondade por parte do nosso semelhante, às graves consequências das catástrofes naturais e das “mutações” da nossa sempre frágil maquinaria celular.
Neste mundo, todos estamos sós e “despidos”.
As assimetrias são tão evidentes mas em nós, nada é eterno…
Qual será a nossa missão enquanto seres humanos, num planeta, inserido na Via Láctea?
A solidão e a doença alastram-se!
 
 
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18 thoughts on “Narciso e Eco: o início ou o princípio do fim?

  1. Olá rapaz!Eu aqui não tenho qualquer dúvida.Mas isso depende muito das convicções, quem sabe certezas, de cada um.Nós estamos neste mundo para nos aperfeiçoarmos, para passarmos por experiências que são necessárias à nossa aprendizagem e crescimento.Por pior que elas sejam e por mais que sofremos…Para inconcebível mas é mesmo assim.Abraçohttp://rabiscosincertossaltoemceuaberto.blogspot.com/

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  2. Estimado Rabiscos,também eu tive a tua filosofia – a qual mantenho qs na totalidade -, até Janeiro deste ano. No ano passado, em Maio, a irmã de um meu aluno morreu num trágico acidente, com 18 anos. Em Janeiro foi faleceu o irmão de um meu aluno, com 14 anos, tendo este meu aluno de 11 ficado meses internado. Tb o irmão, o condutor sofreu graves lesões.O meu irmão viveu apenas 1 ano e 3 meses, com deficiência biliar e nos vasos circulatórios (nasci 3 anos mais tarde).Eis a minha resposta (uma questão!): então e o caso das crianças ou dos bebés, que nem tempo tiveram para "pecar"?Grande abraço e um obrigado pela tua presença.

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  3. Mas então vês a morte como uma punição dos pecados?Bem… não será apenas através de um comentário que te conseguirei fazer ver o meu ponto de vista.Mas digo só uma coisa… existem almas, pessoas vá, que se "sujeitam" a determinadas circunstâncias para aprenderem. Outras sujeitam-se para fazerem alguém aprender e progredir.É verdade que conscientemente sempre pensamos que aprendemos com a felicidade, mas é na dor que travamos e adquirimos as maiores lições.Tudo tem um sentido e nada, mas mesmo nada acontece por acaso.Abraço

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  4. ¡Casi nada la preguntita! ¿Seremos como las plantas y los animales, nacer,crecer,reproducirse y morir? Tenemos una ventaja, pues tenemos sentimientos y eso vale muchoUn abrazo

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  5. Não Rabisco :)Não vejo a morte como castigo de eventuais "pecados" e por isso dei exemplos de crianças e mortes trágicas (incluindo meu irmão). Tenho que pedir desculpa pela falta de pontuação e erros nos tempos verbais na msg anterior mas respondi muito tarde, não te querendo deixar sem palavra alguma.Os seres que têm uma curta estadia nas nossas vidas trouxeram a missão de nos enriquecer – trouxeram-nos luz. Eles, já estão há muito iluminados!Abraço.

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  6. gostei do que li, a luta pelo dinheiro, uma melhor posição na estratificação social só pode acabar mal. O paraíso pode estar mais perto do que aquilo que pensamos.abraço

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  7. Paulo,Anseio por esse dia: o dia em que o Homem se torne um ser melhor, mais altruísta e menos mesquinho. Vivemos num mundo permanentemente em busca da vaidade e de pequenos prazeres finitos.Abraço e obrigado pelas tuas palavras. ^^

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  8. Grande Mark,certamente ainda teremos que passar por nova revolução de mentalidades. Quando?Não tens que agradecer as palavras que vou deixando no teu espaço. São abraços de conforto (espero).Outro abraço.

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  9. "Qual será a nossa missão enquanto seres que passam por uma infância, pré-adolescência, adolescência, fase adulta e velhice?"Pois é, Paulo, essa é a grande questão. Tenho para mim que não há receitas para a resposta, cada um tem que encontrar a sua.Abraço

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