Verás

diário, escrita
Ele perdido no sentimento, na alma, na expressão, no sentido da vida e na essência caminhava pelas ruas escuras, procurando a aventura. Sem entender, chorava. Sabia procurar a morte sem conseguir tomar o doce veneno.

Com o MP3, naquele jardim frequentado por pessoas de idade, ocupou um banco na procura de uma resposta por entre toda a simbologia religiosa envolvente. Quantas vezes entrou na Igreja para procurar a paz que só a sua alma pedia. 

O sentimento depressivo de si se apoderou. Ele não lhe tinha aberto as portas!
Quem seria capaz de compreender o sofrimento oculto na transparência do seu olhar, se ele próprio não o era?
Outro dia…
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2 comentários sobre “Verás

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