Perto da barca – junto ao circense

diário, Eu & o blogue
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Sorriem…

Soltos, na barca do inferno, talvez desconhecida ou ignorada, os sorrisos de contentamento persistem, sem que os entenda.

Talvez esteja velho…
Notoriamente tais ritos dizem respeito a uma época que não considerei minha.
No baile, as bruxas insistem em sacudir as saias pretas, libertando o odor de um cio não contido, ao redor daquela fogueira alimentada pela maledicência. Actualmente, até durante o dia, o fazem sem qualquer pudor …
Naquele oceano, de fundos de intensa atividade vulcânica, apagaram-se os flashes para a verdade, profissionalismo, ética, esforço, empenho…
As sombras alimentam as trevas.
A simbiose generaliza-se em sentido crescente.
Resta-nos um deus não desejado, omnipresente ou justo.
No passado, chamar-lhe-iam “Reitor”? 
O circo, esse continua, nos meandros do travestismo, daqueles que se dizem “machos” , cujas noites balançam na barca dos infernos.

O ciclo natural da História… Pelo menos, da história daquela barca dos infernos.

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