Lágrima

escrita, Eu & o blogue

Fotografia de Paulo Vasco Pereira

O quanto queria poder regressar ao inatingível.
Só estou bem onde não estou…
 
Aquele pedaço de alma já não irradia luz. Metade dela parece poluída por caminhos e vertentes ocasionais. E a lágrima… Essa não percorre livre, o percurso para ela há muito traçado.
 
Naquele recreio, já não há vida. Jogos tradicionais esquivaram-se com o tempo e aquele a que chamam “progresso”. Os afectos, como asas fúteis, foram apagados pela dicotomia do Ser absurdo e erróneo.
 
Evoco-te, Lágrima.
Permite-me…
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