Aquametragem

Marina Lobo foi premiada com a animação “Aquametragem” no Festival de Filmes ODSs em Ação; competição destaca ações de pessoas e organizações no mundo em prol das 17 metas globais.

A animação “Aquametragem” da portuguesa Marina Lobo, foi a vencedora do Festival de Filmes ODSs em Ação, na categoria “Protegendo o nosso planeta”.
A obra foi produzida com o objetivo de sensibilizar o mundo para uma mudança de comportamento no modo de consumo da água e para um uso eficiente que contribua para uma maior sustentabilidade hídrica.

Fonte – ONU NEWS

Ministério trava direito de professores do quadro trabalharem em meia jornada

Ministério trava direito de professores do quadro a trabalhar a tempo parcial, tal como refere o Público, na versão para assinantes, datada de 2 de agosto. Em causa está a Lei 84/2015 de 7 de agosto e o regime de meia jornada.

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No seu art.º 114.º-A, ponto um, esta consiste

na prestação de trabalho num período reduzido em metade do período normal de trabalho a tempo completo a que se refere o artigo 105.º, sem prejuízo da contagem integral do tempo de serviço para efeito de antiguidade .


Ao ter de ser requerida por escrito, não pode ter a duração inferior a um ano. Além de abranger somente o setor público, os requisitos são dúbios e desfasados da realidade docente, na qual, cada vez mais predominam os casos de burnout, depressão, todo um leque de doenças alusivas à idade, ao desgaste físico/emocional e problemas de vária ordem no seio familiar. Estes são, de acordo com o ponto 4, do artigo e da Lei citados:

Lei 84/2015, ponto 4

No intuito de não evidenciar casos conhecidos, que possam comprometer a privacidade de alguns amigos, passo a exemplificar algumas das minhas vivências, apesar de nunca ter recorrido à Lei em causa.

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Todos precisamos de afetos

Al Berto e os afetos

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<<(…) Beno dissera que lhe era completamente indiferente que a pessoa com quem partilhasse sentimentos ou emoções, fosse deste ou daquele sexo. (…) A “moral” era uma treta.>>

Berto, Al. (1988). Lunário . Porto Assírio & Alvim, pp.81, 82

Deus, Pátria e Família

O tema “António Oliveira Salazar, natural de Vimieiro, concelho de Santa Comba Dão, distrito de Viseu, gera algumas contrariedades. Na própria região é pouco consensual, dividindo opiniões e matéria para eventuais conflitos. Pode ler e ouvir conteúdo relacionado com o pai do Estado Novo aqui e aqui.

No Estado Novo – fotografia extraída de Comunidade, Cultura e Arte

Atualmente, defende-se a criação de um Centro Interpretativo alusivo a esta personagem da nossa História. Num passado recente, o projeto consistia em levar a cabo um museu. Só que, as ameaças extremistas, ainda que sem rosto, deram-se a conhecer, recordando uma espécie de ETA. O próprio local onde jazem os restos mortais de Salazar é frequentemente vandalizado. Note-se ainda que, a uns Km de distância, em Cabanas de Viriato, concelho de Carregal do Sal. encontramos a Casa/Museu/Centro Interpretativo de Aristides Sousa Mendes, muito provavelmente uma “vítima” de Salazar e seu regime, como pode consultar aqui.

A respeito do “Museu” Salazar, no blogue O Último Fecha a Porta, a opinião do autor encontra-se plasmada aqui, como pode ler. À semelhança do autor deste blogue, defendo a criação do Centro Interpretativo em causa, assim como, o investimento na renovação e alargamento da Casa de Aristides Sousa Mendes, uma vez que fazem parte da nossa história; aquela que se repete com o decorrer do tempo, exigindo a nossa atenção.

Atualmente, as evidências dos EUA e Brasil, por exemplo, ao nível das lideranças, não delineiam um caminho rumo a diferentes ditaduras? Não, não está a acontecer somente nestes países…

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O Tempo de Fracos Homens Fortes

O que agora vemos é que o motor da política para o bem-estar comum e a boa convivência está a ficar gripado. O que temos nesta época de instantes e de sistemática distorção da verdade na vozearia das redes, é a dissolução de laços entre grupos diferentes, é o reduzir da pluralidade e o ficarmos com o que resta da decomposição de uma era de políticos para quem liderar não era ditar a obediência. O que prolifera são discursos de ódio e temores racistas.


Um artigo de Francisco Sena Santos, no Sapo 24, no dia 29 deste mês, a ler aqui.